Atinge-se a liberdade
O povo, agora crente
Vê cair o seio da sua vontade
As leis mudam, tentando favorecer
Vai o povo para a rua
Protestar por vezes sem saber
Lançar a boca á “carne crua”
Eles, de lá guardados
Ouvem e tentam refazer
Os problemas recentemente criados
Trazem medidas que poucos queriam ver
Estão habituados a protestar
“Mamando” pela rua fora
Tenta o povo se dominar
Revolucionando-se contra os de fora
Tempos severos, medidas piores
Medidas sem outra alternativa
Vê-se também na rua os sindicatos senhores
Reclamando pela vontade perdida
Estamos na merda quer na sociedade
Que tanto protesta e se quer fazer valer
Quanto no dinheiro que a anterior liberdade
Fez dele o milho de pássaros sempre a desaparecer
Se se pensa em dinheiro agora
Cantasse pelo salazar enterradinho
Protestos, e vamos embora
Sejais bebés sociais mais um aninho
Não há idade, basta o choro
Há fraldinha pra toda a idade
Pede-se por tudo, mais lealdade
Daqueles que tem o pais ás costas todos os dias
Ser Português agora
É aproveitar o anuncio da DODOT
Para fazer de Lisboa um pote
De pedidos impossíveis nas piores situações
Pede-se dinheiro, como se Lisboa fosse o mealheiro
Como já nem para eles deveria chegar
Nada melhor que protestar
Para apodrecer mais ainda o pais inteiro
Quem protesta também sofre
Vê o seu ordenado reduzido
Protestar perde então esse sentido
Porque quem mais fala mais tem fome
Deixe-se o tempo difícil passar
Já tem estrago o peditório
Por ser de cada bebé seu velório
Já nem sabeis do que protestar
Oh, Portugal, tantos pedidos, tantos Mercedes
Tanta fraldinha mudada
Deixem os governadores certos assumirem as suas redes(rédeas)
Dando melhorias a este lixo que nos cobre a estrada
Se não é coisas boas que vedes
Não protestais por quase nada
Deixai-vos de falinhas mansas
Porque em tempo difícil não vos serve do real nada
Um blog que mostra o que não se quer ouvir de forma simples e concisa. Venham ver
quarta-feira, 26 de outubro de 2011
quinta-feira, 7 de julho de 2011
Critica aos gastos monetários portugueses
Gastar… Gasta-se tudo até não se saber parar
Passam os anos a contarQue o homem aprenda com os seus próprios erros
Mas nada o faz pensar
As sociedades de agora estão habituadas ao máximo uso do poder monetário
São educados as crianças em tom de empresário
Que tem tudo o quanto quer, mesmo não querendo
Para os seus não choros satisfazer
O tempo depois passa e as dividas acumulam
Por muito pouco que a mentalidade se degrade
O banco não é o mesmo para todo o abade
Que quer saber quanto dinheiro ainda possui
Fast foods, comidas ao lixo deitadas porque o dinheiro as supera
Almas de pobre pontapeadas porque não se sabe guardar
Vontades cumpridas porque a sociedade que hoje se tem
Pode daqui a tempos faltar…
As crianças são criadas a ter carros e automóveis
Os adultos a ter a continha pronta a uso direto
Não sabemos como isto pára ao certo
Mas na decadência o inicio e o fim é o zé povinho
Os antigos, fazem de” migalhas” o pão do outro dia
Parcelam os seus custos para viver o dia-a-dia
Porém, olhar para a sociedade de agora dá tristeza
Não se sabe resguardar, apenas usar para a “beleza”
Moody`s Said: Somos Lixo!! (sobre portugal)
Somos economicamente impossíveis
Quanto mais ajudados somos mais caladinhos ficamosTentam defender-nos nuestros hermanos
Que não sabem que a mentalidade portuguesa é decadente:
Perante o maior perigo da crise
Os corpos inteligentes estiveram alapados
Não ajudarão, falarão
Lançando-se pouco preocupados
Ser português é votar
Não por aquilo que está certo
Mas alapar e ouvir
A burrice de um homem num local deserto
A presidência neste momento
É um local de grandes prazeres
Dá-se um bitaite de mês a mês
Para justificar os poderes
No fim de um dia de trabalho
O sofá é o melhor amigo
Em vez de rasgar a boca em protesto
Olha-se de alto para um sem abrigo
Alguns querem que venha Salazar
Mas mais morto que o homem está é difícil
Sentado num reino onde ninguém o chateia
Vendo Portugal Caminhar para o precipício
Ele ri-se, não porque já cá esteve
Mas porque a mentalidade portuguesa que a ele lhe deve
Está a pedir a ressuscitação de um homem mau
Que das melhores coisas que fez foi renunciar a riqueza e dar ouro em nau
Venham-me agora com histórias
Portugal é lixo declamado
Quando está em pior estado
Quer ficar preso a um muro sem dó nem poder votado
Lixo somos e com muito gosto
Por um lado é bom estar no encosto
De uma cadeira que afunda para o descontentamento
Nada se faz que não seja mandar aldrabões para o nosso sustento
ONDE ESTÁ PORTUGAL AGORA???
Flávio Pereira
(A liberdade tem coisas boas, mas serão assim tão boas??
agora a democracia portuguesa está no lixo
Somos cães, pessoal, cães que querem a PATA Dos outros países
domingo, 19 de junho de 2011
Eleiçoes de Junho/legislativas 2011 (reflexão)
O poema Portugal Conhece mas não vota mostra uma fraqueza do governo e das campanhas que acabou por ser comprovada no resultado das votações.
O poema depois de escrito foi enviado para grande parte dos partidos politicos portugueses na espectativa de os alertar e os assustar e o que aconteçeu no resultado das eleições foi praticamente previsto antes nomeadamente os 48% de abtenção por conhecimento mas desistência de voto.
Se eu fosse a dar um papel profético aos meus poemas estariam demasiado certos, porém dei apenas a este e serviu de molha a partido.
Bem, como diz o meu professor de psicologia: continuemos para bingo e é isso que eu vou fazer, porém deixo já o aviso se isto assim continua nada me calará nos próximos anos
O poema depois de escrito foi enviado para grande parte dos partidos politicos portugueses na espectativa de os alertar e os assustar e o que aconteçeu no resultado das eleições foi praticamente previsto antes nomeadamente os 48% de abtenção por conhecimento mas desistência de voto.
Se eu fosse a dar um papel profético aos meus poemas estariam demasiado certos, porém dei apenas a este e serviu de molha a partido.
Bem, como diz o meu professor de psicologia: continuemos para bingo e é isso que eu vou fazer, porém deixo já o aviso se isto assim continua nada me calará nos próximos anos
Sou Ateu Partidário
Sou ateu partidário
Não acredito em partidosPalavras ao ar colocadas
Que ao longo do som perdem os sentidos
Sou ateu partidário
E não quero saber
Quem discursa claro
Ou quem manda tudo foder
Sou quem sou, a política não me engana
Posso não acreditar mas não fico na gana
Perder-me em eleições, Não!
Com o meu voto os canalhas aldrabões não contarão
Portugal não foi feito para acreditar em ninguém
Portugal merece que se governe bem
Como tal tem sido perdido ao longo dos tempos
Dar-me-hei ao trabalho de quando for para votar inventar contra-tempos
Sou racional, não sou então parolo
Se querem governar não é a encher-me o miolo
Que vão ganhar dizendo falsidades
Que com o tempo a passar nem se tornarão verdades
Terei 18 anos, rica vida !
Serei maior que alguns outros são
Observarei os olhares da multidão
Ao ver passar um partido GUINCHANDO pela descida
Se alguém me perguntar
Sou leigo, não quero saber
Tenho mais vida, não vou perder
O meu tempo na procissão
Politica Por Um Canudo
Acho emocionante, perplexo talvez
Como se faz política por um canudoOuvindo a voz de um português
A falar para não perceber nem um miúdo
Passo por uma sede de campanha e lá está
O canudo mais alto que o homem
Tentando transmitir para o homem
O que o surdo não ouve nem quer saber
É bestial, electrizante
Saber que os canudos tem voz
O político fala por todos nós
Porém só mesmo eles é que percebem
Raios me parta o canudo
Metam-no em sinfonia
Já que a política dá azia
Para quê falar por um holofote??
Mas é bom, é a sociedade no melhor termo
Já que mal se vê bem o estafermo
Falar pelo canudo é revolução
Superior á própria ideologia da razão
Ninguém se vê
A voz consome o tenro ar
Não deixa o humano sequer sonhar
Para acreditar no que ali se lê
domingo, 29 de maio de 2011
Portugal Conhece mas não vota
Políticos portugueses, quereis vós governar?
Lançai as verdades ao de cima
Deixai de mentir, aldrabar
Para que fiquemos de bom clima, para votar
Agora que o FMI tem cá a sua marca
Devereis deixar os contra-interesses
Dizer que alguns portugueses
Não deveriam receber o que recebem
Será tempo duro, não têm força nenhuma
Não conseguireis calar a voz da pluma
Pois sois falsários como bandidos do poder
As eleições ajudarão a que o povo vos mande cozer
Se não, vejais as contabilizações de indecisos e abstidos
Se fossem bons partidos e pelo bem comum lutassem
Não precisavam que vos clamassem
De partidos leais, despedidos
Ser a voz da terra já não chega
Há que viver de pernas ao mar
Só assim Portugal poderá pensar
Que é bom ter decidido
Lançai as verdades ao de cima
Deixai de mentir, aldrabar
Para que fiquemos de bom clima, para votar
Agora que o FMI tem cá a sua marca
Devereis deixar os contra-interesses
Dizer que alguns portugueses
Não deveriam receber o que recebem
Será tempo duro, não têm força nenhuma
Não conseguireis calar a voz da pluma
Pois sois falsários como bandidos do poder
As eleições ajudarão a que o povo vos mande cozer
Se não, vejais as contabilizações de indecisos e abstidos
Se fossem bons partidos e pelo bem comum lutassem
Não precisavam que vos clamassem
De partidos leais, despedidos
Ser a voz da terra já não chega
Há que viver de pernas ao mar
Só assim Portugal poderá pensar
Que é bom ter decidido
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