Políticos portugueses, quereis vós governar?
Lançai as verdades ao de cima
Deixai de mentir, aldrabar
Para que fiquemos de bom clima, para votar
Agora que o FMI tem cá a sua marca
Devereis deixar os contra-interesses
Dizer que alguns portugueses
Não deveriam receber o que recebem
Será tempo duro, não têm força nenhuma
Não conseguireis calar a voz da pluma
Pois sois falsários como bandidos do poder
As eleições ajudarão a que o povo vos mande cozer
Se não, vejais as contabilizações de indecisos e abstidos
Se fossem bons partidos e pelo bem comum lutassem
Não precisavam que vos clamassem
De partidos leais, despedidos
Ser a voz da terra já não chega
Há que viver de pernas ao mar
Só assim Portugal poderá pensar
Que é bom ter decidido
Um blog que mostra o que não se quer ouvir de forma simples e concisa. Venham ver
domingo, 29 de maio de 2011
sábado, 12 de fevereiro de 2011
Quem governará Portugal?
No meio de tanta divida
E com o maior valor á portuguesa
Uma mução de censura será lançada
Para terminar com o poder de agora. Que faremos? (observem o poema)
Ao fundo de cada escada um pedinte
Ao fundo da fronteira um país
Á mercê da divida publica acumulada
Pois o "engenheiro Sócrates" assim quis: Não fazer nada!
Peçamos á China que nos pague
Já agora que venha o FMI
Derrocada atrás de derrocada
E que finalmente se lançe a moção de censura já aqui!
Portugal, que rico fosteis noutros tempos
E não há um século sem uma queda
A républica agora se ferra
Por cá ter quem temos aqui
Mas o sr Silva tem o poder
Que se derreta sua escritura
Homem de tal "cornedura"
Desapareça, não precisamos de si!
Mas quem virá a este povo contente
Dar o palco de outras eras
Homens históricos que devéras
Ter-se-ão aumentado a si
Vejamos agora o tempo do Pessoa
Não há obra mais que aqui pegue
Uma feita, como antes, de leve
Não engradecerá nada por aqui
Vejamos, mais atrás, o tempo de Camões
Homem valorizador do descobrimento
De oriente a ocidente, lamento
Nada resolverá aqui
V Império?
A cultura regressa ao mistério
Que o homem paupério
Quererá deixar voar aqui
O que conta agora é a governação
Seja leve ou leve travão
Apenas a crença e a procura da verdade
Poderão Salvar a Nação
Pedro J C Soares
E com o maior valor á portuguesa
Uma mução de censura será lançada
Para terminar com o poder de agora. Que faremos? (observem o poema)
Ao fundo de cada escada um pedinte
Ao fundo da fronteira um país
Á mercê da divida publica acumulada
Pois o "engenheiro Sócrates" assim quis: Não fazer nada!
Peçamos á China que nos pague
Já agora que venha o FMI
Derrocada atrás de derrocada
E que finalmente se lançe a moção de censura já aqui!
Portugal, que rico fosteis noutros tempos
E não há um século sem uma queda
A républica agora se ferra
Por cá ter quem temos aqui
Mas o sr Silva tem o poder
Que se derreta sua escritura
Homem de tal "cornedura"
Desapareça, não precisamos de si!
Mas quem virá a este povo contente
Dar o palco de outras eras
Homens históricos que devéras
Ter-se-ão aumentado a si
Vejamos agora o tempo do Pessoa
Não há obra mais que aqui pegue
Uma feita, como antes, de leve
Não engradecerá nada por aqui
Vejamos, mais atrás, o tempo de Camões
Homem valorizador do descobrimento
De oriente a ocidente, lamento
Nada resolverá aqui
V Império?
A cultura regressa ao mistério
Que o homem paupério
Quererá deixar voar aqui
O que conta agora é a governação
Seja leve ou leve travão
Apenas a crença e a procura da verdade
Poderão Salvar a Nação
Pedro J C Soares
quinta-feira, 13 de janeiro de 2011
Oh "meu" partido: Portugal sem rumo
Oh meu partido que tantas tristezas lanças no pais
És destemido mas o Portugal não está feliz
Tanta injustiça e mágoa por ti derramada
Tanta fúria por ti provocada
Onde parará tal ilustre pais?
Deixaste que o dinheiro se nos fosse roubado
Deixas que nossos salários destinem nosso fado
Daqueles que tenho medo não sei em quem votar
Olho para o pais e portugal não sabe falar
Sendo assim, então, falo eu
Promessas são feitas, olhos são trocados
Juros são lucros dos individados
Que já não podem pagar a crise a este pais
Porque o governo deixa o povo falido e infeliz
Sem ter que comer o beneficio é vosso
Sem ter que fazer, façais vós
Temo o fim de um Portugal de coragem
Receio o inicio do fim da nossa voz
Talvez uma ditadura seja agora esperada
Se não o é que estais vós a fazer
Comeis da maça podre ainda a apodrecer
Porque de vocês governo não sobrará nada
És destemido mas o Portugal não está feliz
Tanta injustiça e mágoa por ti derramada
Tanta fúria por ti provocada
Onde parará tal ilustre pais?
Deixaste que o dinheiro se nos fosse roubado
Deixas que nossos salários destinem nosso fado
Daqueles que tenho medo não sei em quem votar
Olho para o pais e portugal não sabe falar
Sendo assim, então, falo eu
Promessas são feitas, olhos são trocados
Juros são lucros dos individados
Que já não podem pagar a crise a este pais
Porque o governo deixa o povo falido e infeliz
Sem ter que comer o beneficio é vosso
Sem ter que fazer, façais vós
Temo o fim de um Portugal de coragem
Receio o inicio do fim da nossa voz
Talvez uma ditadura seja agora esperada
Se não o é que estais vós a fazer
Comeis da maça podre ainda a apodrecer
Porque de vocês governo não sobrará nada
quarta-feira, 12 de janeiro de 2011
O ministro da Presidência do Conselho de Ministros, Pedro Silva Pereira, anunciou hoje, terça-feira, que desde que a lei da nacionalidade entrou em vigor foi atribuída nacionalidade a 31 mil crianças filhas de imigrantes em situação legal.
Esta notícia me enche de esperança, ou não seriamos o povo mais esperançado da Europa e arredores. Ora vejamos com a saúde, educação e as muitas ajudas que o estado português dá as crianças, talvez estas crianças nem cheguem a adultas com tantos impostos por pagar. Qual é a divida que cada uma adquiriu por cabeça ao ser tornar cidadão Português?
"Desde que a lei da nacionalidade entrou em vigor foi dada a nacionalidade a 31 mil crianças nascidas em território português", afirmou Pedro Silva Pereira, na comissão parlamentar de Assuntos Constitucionais.
Trata-se de filhos de imigrantes "em situação legal em Portugal há pelo menos cinco anos", especificou o ministro, sublinhando que a nova lei da nacionalidade, em vigor há quatro anos, constituiu uma "solução humanista e responsável porque não constitui nenhuma chamada à imigração ilegal".
Para quando legalizar as crianças Portuguesas?
"Havia uma situação de exclusão destas crianças", frisou
Não é isso que vocês dão as crianças Portuguesas “exclusão”?
As 31 mil crianças que receberam nacionalidade portuguesa - 7750 por ano - incluem também as crianças filhas de cidadãos naturalizados, especificou Pedro Silva Pereira.
Não basta dar nacionalidade, é preciso dar acompanhamento, educação, ambiente familiar, condições de vida humana.
Com tantas escolas fechadas onde vão estudar estas crianças?
Será que vai acabar o desemprego entre os professores?
Eu cá tenho aulas particulares em casa!
Eu cá entendo, vocês só prometeram o simplex ele aqui esta o simplex da vergonha sem escrúpulos onde vocês afirmam tudo fazer em volta de um simplex que nada mais é do que um nada entre muitos nadas que se tem feito.
Ser cidadão Português e ser devedor de dívidas que não contraíram.
Alguém falou esta verdade a essas crianças?
Talvez não! Até porque não devem falar Português.
sexta-feira, 7 de janeiro de 2011
Irra já não ha paciência para estes gajos.
Quando uma voz calada
Tem a liberdade de se desprender
De poder falar
Mesmo antes de envelhecer
Quando uma voz é silenciada
Neste mundo injusto
Quando essa voz
Se levanta pela justiça
É e calada
No leito da morte
Na lei da hipocrisia
Na heresia do homem
Que só levanta a voz na mentira
Que me perdoem os cépticos
Mas não mais me posso calar
Que me perdoem os cobardes
Mas não posso mais ficar calado
Que me perdoem os lideres religiosos
Mas não posso ficar mais calado
Que me prendam os políticos
Mas não mais ficarei calado
Neste por do sol
Na libertação da minha voz
Falsos são
Cheios de injustiças camufladas de boas intenções
Religiões que matam em nome de Deus
Políticos que matam em nome da economia
Cobardes que matam em nome do medo
Os cépticos que tudo é assim para bem da sociedade
Irra já não ha paciência para estes gajos.
Enquanto o povo os aplaude como salvadores do Mundo.
sábado, 11 de dezembro de 2010
Um rapazito de 8 anos queria muito ganhar 100€ e rezou durante duas semanas a Deus como nada acontecia, resolveu mandar uma carta ao Todo-Poderoso com o seu pedido...os CTT recebem a carta endereçada a Deus/Portugal e resolveram entrega-la ao Primeiro Ministro... José Sócrates ficou muito comovido com o pedido e resolveu enviar uma nota de 10€, pois achou que 100€ era muito para uma criança tão pequena. O rapaz recebeu os 10€ imediatamente sentou-se para escrever uma carta de agradecimento. Querido Deus, obrigado por o dinheiro que pedi contudo, notei que por alguma razão, o senhor mandou-o atraves do Senhor Ministro José Sócrates e, como sempre, aquele filho duma puta ficou com 90% do que era meu!!!
Subscrever:
Mensagens (Atom)