Um blog que mostra o que não se quer ouvir de forma simples e concisa. Venham ver
sábado, 11 de dezembro de 2010
Um rapazito de 8 anos queria muito ganhar 100€ e rezou durante duas semanas a Deus como nada acontecia, resolveu mandar uma carta ao Todo-Poderoso com o seu pedido...os CTT recebem a carta endereçada a Deus/Portugal e resolveram entrega-la ao Primeiro Ministro... José Sócrates ficou muito comovido com o pedido e resolveu enviar uma nota de 10€, pois achou que 100€ era muito para uma criança tão pequena. O rapaz recebeu os 10€ imediatamente sentou-se para escrever uma carta de agradecimento. Querido Deus, obrigado por o dinheiro que pedi contudo, notei que por alguma razão, o senhor mandou-o atraves do Senhor Ministro José Sócrates e, como sempre, aquele filho duma puta ficou com 90% do que era meu!!!
sexta-feira, 10 de dezembro de 2010
A educação e a criatividade
Vi á pouco uma palestra nos estados Unidos em video de um psicólogo doutorado britânico que se chama Ken Robinson que me interessou.
Ele afirma que a educação/ sociedade tende a direccionar os jovens e as crianças para algo que muitas vezes não está no plano da criança: O conhecimento.
Segundo ele mesmo recorrendo a vários de mérito reconhecido em arte, afirma que todos nós somos artistas e o grande problema que nos atravessa é que a nossa capacidade de criação tende a ser desviada para a capacidade universal e linear do conhecimento.
Nisto ele acredita que a sociedade académica está hierarquizada da seguinte forma:
Nos primeiros lugares: As actividades que nos permitem desenvolver o raciocínio por meio calculista e as quais são mais necessárias para a nossa entrada na universidade tais como matemática, fisica e quimica, entre outras
Nos últimos lugares as actividades artísticas, estas desprezadas pela sociedade e desfavorecidas pela mesma dão a mostrar que o ser humano nunca será ninguém se as seguir pois não é nisso que a sociedade está organizada.
Com base nisto, pergunto eu: O que é preciso para a sociedade saber igualar o conhecimento e a criatividade duma forma verídica e que entenda o poder que a criação/imaginação pode ter sobre o conhecimento/raciocinio e intelecto.
A sociedade existe apenas para gerar, como o próprio Ken afirma: PROFESSORES UNIVERSITÁRIOS em que são adaptados ao conhecimento racional desde que nascerão?
Onde pode entrar a verdadeira cultura na sociedade?
Ele afirma que a educação/ sociedade tende a direccionar os jovens e as crianças para algo que muitas vezes não está no plano da criança: O conhecimento.
Segundo ele mesmo recorrendo a vários de mérito reconhecido em arte, afirma que todos nós somos artistas e o grande problema que nos atravessa é que a nossa capacidade de criação tende a ser desviada para a capacidade universal e linear do conhecimento.
Nisto ele acredita que a sociedade académica está hierarquizada da seguinte forma:
Nos primeiros lugares: As actividades que nos permitem desenvolver o raciocínio por meio calculista e as quais são mais necessárias para a nossa entrada na universidade tais como matemática, fisica e quimica, entre outras
Nos últimos lugares as actividades artísticas, estas desprezadas pela sociedade e desfavorecidas pela mesma dão a mostrar que o ser humano nunca será ninguém se as seguir pois não é nisso que a sociedade está organizada.
Com base nisto, pergunto eu: O que é preciso para a sociedade saber igualar o conhecimento e a criatividade duma forma verídica e que entenda o poder que a criação/imaginação pode ter sobre o conhecimento/raciocinio e intelecto.
A sociedade existe apenas para gerar, como o próprio Ken afirma: PROFESSORES UNIVERSITÁRIOS em que são adaptados ao conhecimento racional desde que nascerão?
Onde pode entrar a verdadeira cultura na sociedade?
sexta-feira, 3 de dezembro de 2010
quinta-feira, 4 de novembro de 2010
Vejamos o que eu recebi á uns dias
Orçamento de Estado aprovado, PSD absteve-se, o resto vota contra.
Pergunta minha, posso?
R: podes e deves,
Rminha:
Quando pára a pouca vergonha deste país
Lança ao ar um orçamento e ninguém o descute
Onde está Portugal Feliz
Se isto é visto como enrruste.
Orçamento?? Será que temos melhor?
Deram-nos uma cambada de papeis e ninguém sabe-se impõr
PSD, Abstenção? Dar-lhe emos com força e eles pagarão
O mundo entrará assim em derrocada e indefinição.
PS, sem a maioria nada fazes
PS, sem a maioria a culpa é tua
O primeiro ministro é que lá sabe
Ser "esbofeteado" para o olho da rua
Eu, português, não sou!
Apesar de aqui ter nascido não me defino
Esta brincadeira apenas começou
Quero ver onde acaba o terror de cada cretino
Quando acaba?
Nunca parece
Quem nascer agora em Portugal
Do nosso choro não esquece
Pergunta minha, posso?
R: podes e deves,
Rminha:
Quando pára a pouca vergonha deste país
Lança ao ar um orçamento e ninguém o descute
Onde está Portugal Feliz
Se isto é visto como enrruste.
Orçamento?? Será que temos melhor?
Deram-nos uma cambada de papeis e ninguém sabe-se impõr
PSD, Abstenção? Dar-lhe emos com força e eles pagarão
O mundo entrará assim em derrocada e indefinição.
PS, sem a maioria nada fazes
PS, sem a maioria a culpa é tua
O primeiro ministro é que lá sabe
Ser "esbofeteado" para o olho da rua
Eu, português, não sou!
Apesar de aqui ter nascido não me defino
Esta brincadeira apenas começou
Quero ver onde acaba o terror de cada cretino
Quando acaba?
Nunca parece
Quem nascer agora em Portugal
Do nosso choro não esquece
domingo, 31 de outubro de 2010
O famoso OE
Há algo desconhecido
Que consome muita gente
Algo agora decidido
Veremos quem fica contente
Deixemos-nos de história
O que passa em portugal?
Dois partidos que não se entendem
Será o orçamento um funeral?
Capaz de não mostrar aos outros o que verão
Capaz de não mostrar quem somos aos de fora
Capaz de trazer á vida o animal
Que escondemos por agora
O que será este orçamento?
Quem viverá a seu prazer?
Deixaremos todos de comer para mostrar contentamento?
Perguntas a responder pela vida se o ano de 2011 chegar em calma
Que consome muita gente
Algo agora decidido
Veremos quem fica contente
Deixemos-nos de história
O que passa em portugal?
Dois partidos que não se entendem
Será o orçamento um funeral?
Capaz de não mostrar aos outros o que verão
Capaz de não mostrar quem somos aos de fora
Capaz de trazer á vida o animal
Que escondemos por agora
O que será este orçamento?
Quem viverá a seu prazer?
Deixaremos todos de comer para mostrar contentamento?
Perguntas a responder pela vida se o ano de 2011 chegar em calma
liberdade foge como diabo da cruz
A liberdade foge como diabo da cruz
Saltando de fantasma em fantasma
Caindo na subida
Ser pensador não e um dom
Mas sim uma maldição
Queria não pensar
Poder subir a lua e quem sabe um dia voltar
Queria um sonho só meu e quem sabe poder partilhar
Entre as asas que perdi a nascença
Não pretendo nem gritos nem luta
Por um tempo só
Por um tempo perdido
Quero ser enterrado de pé
No fim da vida toda de joelhos
E eu já amei
E eu já beijei um dia alguém
E neste refugio da minha solidão
Recordo todos esses Pequenos segundos de felicidade
E é nessa força que transformo a alma
Dançando com o vento
Em pura comunhão com a natureza e a vida
Minha alma sai de meu corpo
Se torna livre
Mestre das florestas
Dona do amor
Senhora da terra sem fim
E cada passo é novo e libertador
Cada palavra uma cantiga
Cada historia uma lenda para sonhar
E que o agora não seja o passado
Quero encontrar aquele brilho no olhar
Cristalino como a água pura
Quero amar sem saber porque
Amar só porque há amor
Sem motivo
Sem pensamento
Não tem que haver uma razão para tudo
Nem deixar que a razão condicione o que devo fazer livremente
E que os demónios se levantem agora contra mim
Que me persigam pelo mundo
O mundo da luz onde a gloria e ser humilde
Beijar a terra e atingir o êxtase da alma
Trepar a árvore sem fim da vida
E tenho palavras para soltar
Não criticas por críticas
Nem olho por olho
Palavras livres da corrupção do próprio pensamento
E os dias são alegres logo pela manha
Com o acordar do cântico dos pássaros
O simples som de agua a correr
Um sorriso de uma criança
Uma oportunidade para recomeçar
Agora peço silêncio
Peço luz para a humanidade
Peço que a humanidade volte a ser humana
E quando morrer serei enterrado de pé porque vivi toda minha existência de joelhos
Saltando de fantasma em fantasma
Caindo na subida
Ser pensador não e um dom
Mas sim uma maldição
Queria não pensar
Poder subir a lua e quem sabe um dia voltar
Queria um sonho só meu e quem sabe poder partilhar
Entre as asas que perdi a nascença
Não pretendo nem gritos nem luta
Por um tempo só
Por um tempo perdido
Quero ser enterrado de pé
No fim da vida toda de joelhos
E eu já amei
E eu já beijei um dia alguém
E neste refugio da minha solidão
Recordo todos esses Pequenos segundos de felicidade
E é nessa força que transformo a alma
Dançando com o vento
Em pura comunhão com a natureza e a vida
Minha alma sai de meu corpo
Se torna livre
Mestre das florestas
Dona do amor
Senhora da terra sem fim
E cada passo é novo e libertador
Cada palavra uma cantiga
Cada historia uma lenda para sonhar
E que o agora não seja o passado
Quero encontrar aquele brilho no olhar
Cristalino como a água pura
Quero amar sem saber porque
Amar só porque há amor
Sem motivo
Sem pensamento
Não tem que haver uma razão para tudo
Nem deixar que a razão condicione o que devo fazer livremente
E que os demónios se levantem agora contra mim
Que me persigam pelo mundo
O mundo da luz onde a gloria e ser humilde
Beijar a terra e atingir o êxtase da alma
Trepar a árvore sem fim da vida
E tenho palavras para soltar
Não criticas por críticas
Nem olho por olho
Palavras livres da corrupção do próprio pensamento
E os dias são alegres logo pela manha
Com o acordar do cântico dos pássaros
O simples som de agua a correr
Um sorriso de uma criança
Uma oportunidade para recomeçar
Agora peço silêncio
Peço luz para a humanidade
Peço que a humanidade volte a ser humana
E quando morrer serei enterrado de pé porque vivi toda minha existência de joelhos
o homem do vento.....o vento do homem
o homem do vento
dança através dos tempos
não tem morada
casa ou assoalhada
o vento do homem
não tem natalidade
uma primavera para desflorar
caminha sempre sozinho
entre os campos por brotar
não traz tesouro
riquezas ao mau agoiro
caminha sempre devagar
o homem do vento
é alto
mas no entanto
não chega onde quer chegar
nem sequer lembra quem quer lembrar
o vento do homem
é forte e estridente
é eterno e carente
é um coração
que se transforma
em esperança de viver
vinho que se bebe sem razão
videira podada
por quem mais alem quis ver
bandeira saudade
difícil de reconhecer
o vento do homem
é silencioso
astuto e doloroso
com feridas por curar
em promessas de um altar
eterno entre um pequeno soluçar
o homem do vento assume chorar
nunca vem para ficar
e acorda sempre sem se deitar
o vento do homem
não guarda o amor que tem para dar
o homem do vento sabe que não foi feito para la ficar
o vento do homem sabe que amor só é amor quando o pode dar
retorna sempre a quem o acolheu em sua morada
reconhece sempre quem o levantou na sua queda
nas tempestades da vida na dor que consome
o homem do vento
o vento do homem
é o tempo parado
a viagem para o interior da alma
uma proa forte mareando
procurando ternura entre as nuvens
ser rei sem reino nem esplendor
construindo um novo mundo no amor
dança através dos tempos
não tem morada
casa ou assoalhada
o vento do homem
não tem natalidade
uma primavera para desflorar
caminha sempre sozinho
entre os campos por brotar
não traz tesouro
riquezas ao mau agoiro
caminha sempre devagar
o homem do vento
é alto
mas no entanto
não chega onde quer chegar
nem sequer lembra quem quer lembrar
o vento do homem
é forte e estridente
é eterno e carente
é um coração
que se transforma
em esperança de viver
vinho que se bebe sem razão
videira podada
por quem mais alem quis ver
bandeira saudade
difícil de reconhecer
o vento do homem
é silencioso
astuto e doloroso
com feridas por curar
em promessas de um altar
eterno entre um pequeno soluçar
o homem do vento assume chorar
nunca vem para ficar
e acorda sempre sem se deitar
o vento do homem
não guarda o amor que tem para dar
o homem do vento sabe que não foi feito para la ficar
o vento do homem sabe que amor só é amor quando o pode dar
retorna sempre a quem o acolheu em sua morada
reconhece sempre quem o levantou na sua queda
nas tempestades da vida na dor que consome
o homem do vento
o vento do homem
é o tempo parado
a viagem para o interior da alma
uma proa forte mareando
procurando ternura entre as nuvens
ser rei sem reino nem esplendor
construindo um novo mundo no amor
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