Há algo desconhecido
Que consome muita gente
Algo agora decidido
Veremos quem fica contente
Deixemos-nos de história
O que passa em portugal?
Dois partidos que não se entendem
Será o orçamento um funeral?
Capaz de não mostrar aos outros o que verão
Capaz de não mostrar quem somos aos de fora
Capaz de trazer á vida o animal
Que escondemos por agora
O que será este orçamento?
Quem viverá a seu prazer?
Deixaremos todos de comer para mostrar contentamento?
Perguntas a responder pela vida se o ano de 2011 chegar em calma
Um blog que mostra o que não se quer ouvir de forma simples e concisa. Venham ver
domingo, 31 de outubro de 2010
liberdade foge como diabo da cruz
A liberdade foge como diabo da cruz
Saltando de fantasma em fantasma
Caindo na subida
Ser pensador não e um dom
Mas sim uma maldição
Queria não pensar
Poder subir a lua e quem sabe um dia voltar
Queria um sonho só meu e quem sabe poder partilhar
Entre as asas que perdi a nascença
Não pretendo nem gritos nem luta
Por um tempo só
Por um tempo perdido
Quero ser enterrado de pé
No fim da vida toda de joelhos
E eu já amei
E eu já beijei um dia alguém
E neste refugio da minha solidão
Recordo todos esses Pequenos segundos de felicidade
E é nessa força que transformo a alma
Dançando com o vento
Em pura comunhão com a natureza e a vida
Minha alma sai de meu corpo
Se torna livre
Mestre das florestas
Dona do amor
Senhora da terra sem fim
E cada passo é novo e libertador
Cada palavra uma cantiga
Cada historia uma lenda para sonhar
E que o agora não seja o passado
Quero encontrar aquele brilho no olhar
Cristalino como a água pura
Quero amar sem saber porque
Amar só porque há amor
Sem motivo
Sem pensamento
Não tem que haver uma razão para tudo
Nem deixar que a razão condicione o que devo fazer livremente
E que os demónios se levantem agora contra mim
Que me persigam pelo mundo
O mundo da luz onde a gloria e ser humilde
Beijar a terra e atingir o êxtase da alma
Trepar a árvore sem fim da vida
E tenho palavras para soltar
Não criticas por críticas
Nem olho por olho
Palavras livres da corrupção do próprio pensamento
E os dias são alegres logo pela manha
Com o acordar do cântico dos pássaros
O simples som de agua a correr
Um sorriso de uma criança
Uma oportunidade para recomeçar
Agora peço silêncio
Peço luz para a humanidade
Peço que a humanidade volte a ser humana
E quando morrer serei enterrado de pé porque vivi toda minha existência de joelhos
Saltando de fantasma em fantasma
Caindo na subida
Ser pensador não e um dom
Mas sim uma maldição
Queria não pensar
Poder subir a lua e quem sabe um dia voltar
Queria um sonho só meu e quem sabe poder partilhar
Entre as asas que perdi a nascença
Não pretendo nem gritos nem luta
Por um tempo só
Por um tempo perdido
Quero ser enterrado de pé
No fim da vida toda de joelhos
E eu já amei
E eu já beijei um dia alguém
E neste refugio da minha solidão
Recordo todos esses Pequenos segundos de felicidade
E é nessa força que transformo a alma
Dançando com o vento
Em pura comunhão com a natureza e a vida
Minha alma sai de meu corpo
Se torna livre
Mestre das florestas
Dona do amor
Senhora da terra sem fim
E cada passo é novo e libertador
Cada palavra uma cantiga
Cada historia uma lenda para sonhar
E que o agora não seja o passado
Quero encontrar aquele brilho no olhar
Cristalino como a água pura
Quero amar sem saber porque
Amar só porque há amor
Sem motivo
Sem pensamento
Não tem que haver uma razão para tudo
Nem deixar que a razão condicione o que devo fazer livremente
E que os demónios se levantem agora contra mim
Que me persigam pelo mundo
O mundo da luz onde a gloria e ser humilde
Beijar a terra e atingir o êxtase da alma
Trepar a árvore sem fim da vida
E tenho palavras para soltar
Não criticas por críticas
Nem olho por olho
Palavras livres da corrupção do próprio pensamento
E os dias são alegres logo pela manha
Com o acordar do cântico dos pássaros
O simples som de agua a correr
Um sorriso de uma criança
Uma oportunidade para recomeçar
Agora peço silêncio
Peço luz para a humanidade
Peço que a humanidade volte a ser humana
E quando morrer serei enterrado de pé porque vivi toda minha existência de joelhos
o homem do vento.....o vento do homem
o homem do vento
dança através dos tempos
não tem morada
casa ou assoalhada
o vento do homem
não tem natalidade
uma primavera para desflorar
caminha sempre sozinho
entre os campos por brotar
não traz tesouro
riquezas ao mau agoiro
caminha sempre devagar
o homem do vento
é alto
mas no entanto
não chega onde quer chegar
nem sequer lembra quem quer lembrar
o vento do homem
é forte e estridente
é eterno e carente
é um coração
que se transforma
em esperança de viver
vinho que se bebe sem razão
videira podada
por quem mais alem quis ver
bandeira saudade
difícil de reconhecer
o vento do homem
é silencioso
astuto e doloroso
com feridas por curar
em promessas de um altar
eterno entre um pequeno soluçar
o homem do vento assume chorar
nunca vem para ficar
e acorda sempre sem se deitar
o vento do homem
não guarda o amor que tem para dar
o homem do vento sabe que não foi feito para la ficar
o vento do homem sabe que amor só é amor quando o pode dar
retorna sempre a quem o acolheu em sua morada
reconhece sempre quem o levantou na sua queda
nas tempestades da vida na dor que consome
o homem do vento
o vento do homem
é o tempo parado
a viagem para o interior da alma
uma proa forte mareando
procurando ternura entre as nuvens
ser rei sem reino nem esplendor
construindo um novo mundo no amor
dança através dos tempos
não tem morada
casa ou assoalhada
o vento do homem
não tem natalidade
uma primavera para desflorar
caminha sempre sozinho
entre os campos por brotar
não traz tesouro
riquezas ao mau agoiro
caminha sempre devagar
o homem do vento
é alto
mas no entanto
não chega onde quer chegar
nem sequer lembra quem quer lembrar
o vento do homem
é forte e estridente
é eterno e carente
é um coração
que se transforma
em esperança de viver
vinho que se bebe sem razão
videira podada
por quem mais alem quis ver
bandeira saudade
difícil de reconhecer
o vento do homem
é silencioso
astuto e doloroso
com feridas por curar
em promessas de um altar
eterno entre um pequeno soluçar
o homem do vento assume chorar
nunca vem para ficar
e acorda sempre sem se deitar
o vento do homem
não guarda o amor que tem para dar
o homem do vento sabe que não foi feito para la ficar
o vento do homem sabe que amor só é amor quando o pode dar
retorna sempre a quem o acolheu em sua morada
reconhece sempre quem o levantou na sua queda
nas tempestades da vida na dor que consome
o homem do vento
o vento do homem
é o tempo parado
a viagem para o interior da alma
uma proa forte mareando
procurando ternura entre as nuvens
ser rei sem reino nem esplendor
construindo um novo mundo no amor
Na memoria de quem guardo
Na memoria de quem guardo,
Que se levantem agora os ventos contra mim,
Não são lágrimas que te entrego,
Nesta hora de tristeza,
Não assumo planos nem futuros que não construi,
E entro no desgosto profundo,
Limitado a nada, sem alturas para subir,
E no limiar do que me é oculto,
Rasgo meu corpo entre sangue e ossos de po.
No silencio que me revela o grito
No amanhecer que nunca será meu
Porque ninguém é de ninguém,
E só podemos fazer parte ou não da vida de alguém,
E são nessas encostas que caiu no pilar da vida,
No meu cemitério da sorte,
Soltando gritos de guerra entre sinais de fumo,
Tiro a corrente que me prende ao mar,
E entrego a flor que plantei nos espinhos que a vida me deu,
Nunca aprendi a ganhar mas aprendi a perder,
Nunca aprendi a receber mas aprendi a dar,
E me afogo sem luz no espírito que me consome a alma,
Agarrado ao patamar do sonho,
Sentindo o que nunca senti,
E meu corpo imoral agarrado ao pecado,
Envelhece na dor desenfreada a não envelhecer na morte,
E se chegares entre passos leves sem avisar,
Se clemente com minha alma
Que arde na fogueira que queima em mim
E se me entregares ao solo para ao pó voltar,
Guarda meu nome escrito em um pedaço de papel,
Recorda meu sorriso espalhado na brisa do sol,
No tempo em que havia gloria e um esplendor, no tempo em que havia respeito e amor
Meu olhar esta gasto nas intempéries que o mundo causa,
Meu corpo esta doente pelo pecado,
Minha boca se afasta do veneno da serpente,
E já caminho nas memorias esquecidas,
Parado no tempo sem pressa para andar,
Pois não tenho para onde ir,
Grito mas ninguém me consegue escutar,
Na rouquidão que me tira a voz,
E cada palavra solta, destrói segundos de silencio brando de mares e desertos,
Crescendo entre pautas de violinos com cordas gastas,
Ofuscando minha boa vontade,
Solta meu ar que não respiro,
Dá-me um sorriso falso se assim for,
Mas não me negues a verdade,
Nem destruas a alma marcando um coração para sempre.
Que se levantem agora os ventos contra mim,
Não são lágrimas que te entrego,
Nesta hora de tristeza,
Não assumo planos nem futuros que não construi,
E entro no desgosto profundo,
Limitado a nada, sem alturas para subir,
E no limiar do que me é oculto,
Rasgo meu corpo entre sangue e ossos de po.
No silencio que me revela o grito
No amanhecer que nunca será meu
Porque ninguém é de ninguém,
E só podemos fazer parte ou não da vida de alguém,
E são nessas encostas que caiu no pilar da vida,
No meu cemitério da sorte,
Soltando gritos de guerra entre sinais de fumo,
Tiro a corrente que me prende ao mar,
E entrego a flor que plantei nos espinhos que a vida me deu,
Nunca aprendi a ganhar mas aprendi a perder,
Nunca aprendi a receber mas aprendi a dar,
E me afogo sem luz no espírito que me consome a alma,
Agarrado ao patamar do sonho,
Sentindo o que nunca senti,
E meu corpo imoral agarrado ao pecado,
Envelhece na dor desenfreada a não envelhecer na morte,
E se chegares entre passos leves sem avisar,
Se clemente com minha alma
Que arde na fogueira que queima em mim
E se me entregares ao solo para ao pó voltar,
Guarda meu nome escrito em um pedaço de papel,
Recorda meu sorriso espalhado na brisa do sol,
No tempo em que havia gloria e um esplendor, no tempo em que havia respeito e amor
Meu olhar esta gasto nas intempéries que o mundo causa,
Meu corpo esta doente pelo pecado,
Minha boca se afasta do veneno da serpente,
E já caminho nas memorias esquecidas,
Parado no tempo sem pressa para andar,
Pois não tenho para onde ir,
Grito mas ninguém me consegue escutar,
Na rouquidão que me tira a voz,
E cada palavra solta, destrói segundos de silencio brando de mares e desertos,
Crescendo entre pautas de violinos com cordas gastas,
Ofuscando minha boa vontade,
Solta meu ar que não respiro,
Dá-me um sorriso falso se assim for,
Mas não me negues a verdade,
Nem destruas a alma marcando um coração para sempre.
ilumina o Mundo
pendurado nas palavras
vivendo desse respirar
no raiar das valquírias
entre as vozes que nos chamam
silencio perfeito
em meu pequeno mundo
perfeita inocência
que arde em meu peito
acordo entre a noite
vestindo apenas minha nudez
abraçando o céu que se avista
não sendo homem
não sendo mulher
um amor
um sentimento
na escuridão
de uma vela apagada
que só por si iluminaria o mundo
vivendo desse respirar
no raiar das valquírias
entre as vozes que nos chamam
silencio perfeito
em meu pequeno mundo
perfeita inocência
que arde em meu peito
acordo entre a noite
vestindo apenas minha nudez
abraçando o céu que se avista
não sendo homem
não sendo mulher
um amor
um sentimento
na escuridão
de uma vela apagada
que só por si iluminaria o mundo
Eu prometo tudo
Eu prometo nada prometer
Eu prometo dor em forma de amor
Eu prometo nada fazer
Eu prometo o país fazer ruir
Eu prometo o vosso dinheiro bem guardar
Eu prometo sempre me calar
Eu prometo pouco falar
Eu prometo que vos vou roubar
Eu prometo nada prometer
Palavra de Sócrates
Eu prometo os pais fazer morrer
Eu prometo muitas maroscas
Mas fechai os olhos povo
Nos somos o mundo novo
E todo o mundo novo
Não tem iodo
O que será de Portugal?
Outrora reino de grandes proezas e mistérios
De luxuria e de correcta democracia
Num passar de anos tudo é escasso e esvazia
A confiança plena pelo estado
Se lance o orçamento tão dramaticamente discutido
Veremos no que se passa ao longo do seu tempo...
Perdas insustentaveis sem regulamento
E dinheiro querido em mãos largas desabido
De luxuria e de correcta democracia
Num passar de anos tudo é escasso e esvazia
A confiança plena pelo estado
Se lance o orçamento tão dramaticamente discutido
Veremos no que se passa ao longo do seu tempo...
Perdas insustentaveis sem regulamento
E dinheiro querido em mãos largas desabido
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